CINE
Confidencial
São Paulo · MMXXVI
Branding · Comunicação
Plataforma editorial

Diagnóstico de marca + Plataforma editorial

da ideia à tela.

Da reputação que já é gigante para o posicionamento digital que ainda falta.

O mundo
mudou.

A visão que o cliente tem no audiovisual deixou de ser construída só pelas obras e passou a ser construída todos os dias.

Durante décadasUm grande filme
era suficiente.

Hoje, não.

A obra ainda importa. Mas, sozinha, ela não constrói mais a percepção de uma marca. A reputação virou prática contínua e visível.

O trabalho continua
excelente.

O que mudou é que, agora, o mercado precisa ver a excelência acontecer.

Quem é a Cine

Uma produtora que ajudou a escrever a história da propaganda.

A Cine ajudou a escrever a história da propaganda com mais de 3.000 filmes produzidos e uma reputação inabalável no mercado. Hoje, a produtora une essa consistência institucional à vanguarda da produção cinematográfica. A marca é a certeza de execução perfeita, ofício e rigor estético, independentemente do formato ou da plataforma.

3.000+
Filmes produzidos

Diretores

  • CRIS VIDA
  • CLOVIS MELLO
  • WALK IN BROTHERS
  • RODRIGO MINGUEZ
  • LEO CAVAZZANA
  • THIAGO VIEIRA

Algumas
entenderam
isso.

Não pela contagem de seguidores. Pela decisão de construir uma marca à altura do próprio trabalho.

Benchmark quantitativo

Comparativo das produtoras.

Tamanho de audiência, volume de publicações e os reels de maior alcance dos três concorrentes diretos.

O2 Filmes · @o2filmes
115 mil
seguidores · 2.333 posts

Maiores reels
1 mi · 859 mil · 772 mil views

Gullane · @_gullane
46,6 mil
seguidores · 562 posts

Maiores reels
3,9 mi · 1,9 mi · 694 mil views

Pródigo · @prodigofilmes
23,7 mil
seguidores · 195 posts

Maiores reels
329 mil · 281 mil · 108 mil views

Os três usam reels como vitrine principal. Falta a taxa de engajamento (curtidas e comentários por post): os perfis mostram visualizações, não o engajamento médio. Levantamento de junho/2026.
Valor real × percepção digital

O que a Cine é supera
o que a Cine mostra.

Valor real · evidências públicas
Repertório
Time autoral
Memória
Credencial
Percepção digital · hipótese a validar
Repertório
Time autoral
Memória
Credencial
A coluna "valor real" é sustentada por fontes públicas. A "percepção digital" é hipótese de trabalho, a confirmar com os dados primários da Cine. A tese da proposta é reduzir essa distância.
Benchmark · o que cada uma amplifica

Não lemos perfis.
Lemos posicionamentos.

O2 Filmes

Estrutura de grande porte e ambição: divisões de pós, play e entretenimento, do comercial ao longa premiado, como Cidade de Deus.

Gullane

Mais de duas décadas de cinema, séries e documentários relevantes, de Carandiru a Sintonia. Uma instituição do audiovisual brasileiro.

Pródigo

Ponto de vista autoral assumido, "we make the unseen visible", com obras em Veneza, Cannes Lions e marcas como Nike e Netflix.

O que as referências comunicam

Três padrões se repetem.

Padrão A · Obra com autor

Cada projeto vem assinado por um diretor nomeado e por um cliente. A Pródigo lista diretores e marcas; a O2 credita o diretor em cada peça.

Padrão B · Pessoas como ativo

As lideranças têm rosto e biografia pública. Os irmãos Gullane são personagens da marca, com trajetória e cultura narradas abertamente.

Padrão C · Prova de relevância

Festivais e plataformas viram evidência: Cannes Lions, Emmy Intl., Veneza, SXSW, Top 10 Netflix. O prestígio é comunicado, não só conquistado.

Concorrência · social

O que os concorrentes publicam.

Os perfis dos três concorrentes diretos: formato, linguagem e alcance do conteúdo.

@o2filmes · 115 mil
@o2filmes · 115 mil
@_gullane · 46,6 mil
@_gullane · 46,6 mil
@prodigofilmes · 23,7 mil
@prodigofilmes · 23,7 mil
Leitura: vídeo curto domina os três. O2 e Gullane puxam obras de cinema e streaming; Pródigo aposta no recorte autoral e em prêmios. Pessoas (diretores) aparecem nos destaques.

A Cine não precisa
construir autoridade.

Ela precisa tornar visível a autoridade que já construiu.

Patrimônio de marca · inventário

Vinte anos não viram seguidores.
Viram patrimônio.

História
Cerca de duas décadas de filmes publicitários, reconhecida pelo mercado. tempo é credibilidade que ninguém compra.
Clientes
Marcas e agências de primeira linha, de Havaianas com a AlmapBBDO a Movida. quem confia uma vez, confia de novo.
Estrutura
Produtora, conteúdo e production service, com pós-produção própria: a CINE X. ideia à entrega sob um mesmo teto.
Talentos
Direção, fotografia, produção executiva e montagem de alto nível, em times recorrentes. gente é a obra antes da obra.
Relações
Parcerias longas com agências e clientes que se repetem ano após ano. o ativo mais raro do mercado.
Cultura
Um jeito próprio de produzir: rigor, confiança e cumprimento da palavra. reputação interna que virou externa.

A oportunidade.

Existe uma distância entre o que a Cine é e o que o mercado consegue enxergar. Essa distância não é um problema. É espaço para crescer.

Reputação real

Vinte anos de obra. Clientes que voltam. Estrutura completa. Confiança conquistada.

Percepção digital

Um fragmento disso. Filmes soltos, sem a história, sem o ofício, sem a marca por trás.

No meio, um vão. E o vão é exatamente o tamanho da oportunidade.

A tese estratégica

A Cine não deve ser lembrada apenas pelos filmes que produz, mas pela forma como pensa, cria e constrói histórias.

Existe repertório, autoria e credencial reais e espaço aberto para traduzi-los em narrativa pública. A presença digital deixa de ser vitrine de entregas e vira prova contínua de competência, cultura e visão.

Posicionamento

A casa que as
grandes ideias
escolhem.

Quando elas não podem dar errado.

Portfólio

Trabalhos que a Cine já fez.

Seleção de cases reais, com destaque para a direção da Cris.

Como essa
história
ganha vida.

Só agora, com a marca definida, a estratégia editorial. Quatro linhas que transformam o ofício em conteúdo.

A oportunidade estratégica

Transformar o que já
existe em ativo público.

A oportunidade não é produzir mais, é tornar visível o que já é produzido. Quatro frentes que a Cine domina internamente podem virar marca para fora.

Frente 01

Processos → prova de competência

Converter bastidores e decisões de set em demonstração de craft.

Frente 02

Pessoas → reputação

Dar rosto e voz a diretores e equipe, gerando desejabilidade e employer branding.

Frente 03

Cultura → diferenciação

Tornar pública a forma de pensar e os valores que orientam o trabalho.

Frente 04

Portfólio → autoridade

Recontar os 3.000 filmes como repertório vivo, não como arquivo.

A plataforma editorial

Quatro linhas, um sistema.

40%
Linha 01

Da Ideia à Tela

Como um conceito vira narrativa. Constrói autoridade técnica e criativa.

25%
Linha 02

Quem Faz Acontecer

As pessoas e a cultura por trás das obras. Constrói conexão e desejabilidade.

20%
Linha 03

O Olhar da Cine

Visão própria sobre audiovisual e storytelling. Constrói liderança de pensamento.

15%
Linha 04

Collabs

Parcerias com marcas, criadores e produtoras. Constrói alcance e novas audiências.

Distribuição 40/25/20/15: prioriza craft (o ativo mais sólido da Cine), mantém pessoas e ponto de vista e abre espaço para collabs. Ciclo semanal, com a Linha 1 em todas as semanas. Ajustável conforme a resposta dos primeiros ciclos.
Linha 01 · 40% · Autoridade técnica e criativa

Da Ideia à Tela

Mostrar como a Cine transforma roteiros e desafios criativos em imagem: craft, processo, direção, fotografia e pós.

Formatos
  • Antes & depois de cena
  • Reels de bastidor
  • Carrossel "roteiro → filme"
Séries
  • Decisão de Set
  • Quadro a Quadro
Prova
  • 3.000 filmes de acervo
  • Autoridade antes do briefing
Linha 01 · referência

Exemplo · Da Ideia à Tela.

Linha 02 · 25% · Conexão, cultura e employer branding

Quem Faz Acontecer

Humanizar a marca: diretores, produtores, editores e equipe de set como ativos de reputação e desejabilidade.

Formatos
  • Perfis de diretores e equipe
  • Reels "um dia de produção"
  • Carrossel de cultura
Séries
  • Gente da Cine
  • Aprendi no Set
Prova
  • Diretores nomeados já existem
  • Atrai talento, fideliza clientes
Linha 02 · referência

Exemplo · Quem Faz Acontecer.

Linha 03 · 20% · Posicionamento e liderança de pensamento

O Olhar da Cine

Posicionar a Cine como marca com visão própria sobre criatividade, publicidade e storytelling.

Formatos
  • Opinião sobre tendências
  • Reels-ensaio
  • Carrossel "como histórias se constroem"
Séries
  • Ponto de Vista
  • O que aprendemos
Prova
  • Duas décadas de repertório
  • Diferencia de produtoras silenciosas
Linha 03 · referência

Exemplo · O Olhar da Cine.

Linha 04 · 15% · Collabs

Collabs

Somar audiências em vez de disputá-las. Uma collab coloca a Cine diante de um público que já existe e já confia em outra marca: o atalho mais eficiente para alcance qualificado.

Com quem
  • Marcas e agências clientes
  • Diretores e criadores convidados
  • Outras produtoras afins
Formatos
  • Bastidores a quatro mãos
  • Takeovers e lives
  • Lançamentos compartilhados
Critério
  • Reforçar o território do ofício
  • Alcance sem fit dilui a marca
Linha 04 · referência

Exemplo · Collabs.

Arquitetura de conteúdo

Da linha ao calendário.

Distribuição editorial
Ideia à Tela · 40%
Pessoas · 25%
Olhar · 20%
Collabs · 15%
Formatos por papel
  • Reels: alcance e craft em movimento (Linhas 1 e 2)
  • Carrosséis: profundidade e didática (Linhas 1 e 3)
  • Posts e bastidores: cultura e constância (Linha 2)
Cadência sugerida: ciclo semanal cobrindo as quatro linhas, com a Linha 1 presente em todas as semanas. Volume exato calibrado na implementação.
Como isso gera valor para o negócio

Conteúdo que vira
vantagem comercial.

Autoridade

Chegar reconhecida ao briefing

Craft demonstrado reduz a necessidade de provar competência do zero a cada projeto.

Relacionamento

Estar no radar entre os jobs

Presença constante mantém a Cine na consideração de agências e anunciantes.

Reputação

Atrair e reter talento

Employer branding torna a Cine destino desejável para diretores e equipe.

Oportunidade

Abrir conversas novas

Ponto de vista público gera convites, parcerias e pautas espontâneas.

A jornada do consumidor

A jornada do usuário
é complexa.

Precisamos ser estratégicos para impactá-lo de maneira assertiva: a mensagem certa, no momento certo, para a audiência certa.

Entre o gatilho e a compra existe um meio confuso, em que o consumidor explora e avalia repetidamente antes de decidir. Estar presente em cada volta desse ciclo é o que constrói preferência.

GATILHOS Exploração Avaliação COMPRA EXPOSIÇÃO EXPERIÊNCIA
Por que redes sociais

A relevância das
redes sociais.

Cada objetivo de marca tem um caminho: o orgânico aprofunda quem já está perto; o pago abre a porta para quem ainda não chegou.

Social orgânico

Aprofundar quem já está perto

  • Conexão com a comunidade existente
  • Presença e reconhecimento de marca
  • Credibilidade construída pelo conteúdo
Social pago

Alcançar quem ainda não chegou

  • Alcançar novos públicos
  • Direcionar a mensagem certa
  • Otimizar os resultados de negócio
Social estratégico · nossa rotina

Um método que se
repete e melhora.

01 · Conhecer o desafio

Análises prévias

Entender a marca e o mercado. Como nos comunicar, em quais redes, o que os concorrentes fazem de melhor e quem é o público.

02 · Construir a estratégia

Calendário editorial

Calendário de postagens e ações. A comunicação ideal por post, as datas a explorar e as editorias da marca.

03 · Produzir e testar

Creative & Data

Operacionalizar a estratégia: tornar os posts criativos e adequados a uma operação de alta performance.

04 · Analisar e adequar

Monitoramento

Acompanhar resultados. O que deu certo, como melhorar nas próximas editorias e o que o público fala da marca.

O
resultado.

A transformação que esta estratégia produz, em uma frase de cada lado.

Antes

Uma produtora reconhecida pelos filmes que produz.

Depois

Uma marca reconhecida pela forma como constrói histórias.

A obra continua a mesma. O que muda é o quanto o mercado consegue enxergar.

A tese, em uma frase

A Cine não deve ser reconhecida apenas pelos filmes que produz, mas pela forma como pensa, cria e constrói histórias.

A casa que as grandes ideias escolhem.

O escopo.

Um time e um sistema de comunicação completos: do design à mídia paga, da estratégia ao relatório.

Como montamos o time

Ao alocar um time de performance,
consideramos cinco fatores.

01

Perspectiva e senioridade

Backgrounds diversificados e com experiência de mercado.

02

Cultura de time

Valores semelhantes e histórico de trabalho em conjunto com sucesso.

03

Experiência nos serviços

Mídias pagas, criação e data analytics.

04

Experiência no desafio

Construção de audiência e posicionamento digital.

05

Experiência no segmento

Publicidade e audiovisual.

Time e estrutura · full-funnel

Um squad de performance dedicado.

Governança
Governance
Performance squad
Mídias pagas
Design
Editor de vídeo
Squads de conteúdo
Social media
Roteiro e estratégia
Entregáveis · design

Design.

Assets visuais

Criação de peças gráficas, templates e sistemas visuais reutilizáveis, com consistência de marca em todos os pontos de contato.

Criativos para redes e site

Anúncios, posts, carrosséis e banners desenhados sob medida para cada formato e plataforma, com foco em clareza e performance.

Entregáveis · social media

Social media.

Conteúdo para as redes

Calendário editorial, redação e produção de posts alinhados à estratégia da marca.

Gestão de redes sociais

Operação e publicação em Facebook, Instagram, LinkedIn, YouTube e TikTok, com gestão de comunidade.

Integração de canais

Coerência de mensagem e jornada entre redes, site e demais pontos de contato.

Social intelligence

Escuta e leitura de dados sociais para orientar pauta, formato e timing.

Análise de mercado

Panorama do setor, tendências e oportunidades para a marca.

Análise de concorrentes

Monitoramento de linguagem, formatos e desempenho das concorrentes.

Briefing para influenciadores

Orientações de conteúdo, tom e entregáveis para creators parceiros.

Briefing para parceiros externos

Diretrizes para collabs e ações com marcas e produtoras.

Entregáveis · tráfego pago

Tráfego pago.

Planejamento e estratégia

Desenvolvimento e adequação da estratégia de mídia paga conforme o modelo de negócio, o objetivo do cliente, as metas e o orçamento.

Gerenciamento e ajustes contínuos

Otimizações e ajustes constantes, em estratégias manuais e automatizadas, com o intuito de melhorar a performance ao longo do tempo.

Relatórios de acompanhamento

Alinhamentos diários a combinar, relatórios semanais e um mensal, QBRs ao longo do ano e Year Review (PPT e infográficos, com big numbers e avaliação de ações).

Entregáveis · roteiro e estratégia

Roteiro e estratégia.

Plano de comunicação estratégico

Documento-guia com objetivos, mensagens-chave, pilares e metas de comunicação.

Construção da estratégia de comunicação

Definição de território, tom de voz e narrativa da marca nas redes.

Aprofundamento no público e na persona

Entendimento de comportamento, dores e desejos de quem a marca quer alcançar.

Estratégia e pesquisa de trends

Leitura de tendências e formatos em alta para manter a marca relevante.

Criação de roteiro para vídeos

Estruturação de ideia, mensagem e roteiro para Reels, Shorts e vídeos longos.

Entregáveis · edição de vídeo

Edição de vídeo.

Edição dinâmica para redes

Cortes, ritmo e dinâmica pensados para prender a atenção em Reels, Shorts e feed.

Inserção de legenda

Legendas sincronizadas para acessibilidade e para o consumo com o som desligado.

Adaptação para formatos

Versões otimizadas para cada rede (9:16, 1:1 e 16:9) a partir de uma mesma captação.

8 reels por mês · volumetria
A edição está inclusa para trabalhar os materiais enviados pela Cine. Caso haja necessidade de criar conteúdo novo, orçamos conforme a demanda.
Investimento
R$ 15 mil / mês
+ 5% success fee
sobre a verba de mídia investida

Time completo de comunicação: design, social media, tráfego pago e estratégia, com produção, gestão e relatórios de acompanhamento contínuos.